PLP 14/2026

10/02/2026 21:23
O que está sendo votado?

Reduzir as alíquotas dos impostos federais PIS/Pasep e Cofins cobrados da indústria química e petroquímica. Alterar as leis nº 11.196/2005 e nº 10.865/2004 para aplicar essas reduções.

Aprovada a Redação Final assinada pelo relator, Dep. Afonso Motta (PDT/RS).

Resultado da Votação

EMPATE

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Votos SIM

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Votos NÃO

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0.0%

Detalhes

Data da votação

10/02/2026 21:23

Proposição

- PLP 14/2026

Estatísticas
  • Total de votos: 0
  • Partidos votantes: 0
Ementa

Dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.

Resumo da ementa

O PLP 14/2026 reduz as alíquotas (ou seja, o percentual cobrado) das contribuições federais PIS/Pasep e Cofins sobre produtos e atividades da indústria química e petroquímica. Além disso, altera regras de leis anteriores, entre elas a chamada Lei do Bem (Lei nº 11.196/2005) e a Lei nº 10.865/2004, e prevê um período de transição ligado ao Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (PRESIQ). Em resumo: menos imposto sobre essa cadeia produtiva e ajustes legais para implementar a mudança. Na prática, a proposta busca diminuir o custo tributário dessas indústrias. Possíveis efeitos imediatos: reduzir os custos de produção para empresas químicas e petroquímicas, o que pode favorecer investimentos, competitividade e geração de empregos no setor. Para os consumidores, isso pode significar possibilidade de preços mais baixos em produtos que dependem dessas indústrias, mas esse efeito não é garantido nem imediato. Por outro lado, menor arrecadação com PIS/Pasep e Cofins pode reduzir receita do governo, o que exige compensações ou cortes em gastos se não houver fontes alternativas. O PRESIQ indica preocupação com sustentabilidade na transição, podendo condicionar benefícios a ações ambientais ou tecnológicas. Situação: a proposição foi transformada em norma jurídica (ou seja, saiu do papel de projeto e passou a vigorar como lei). Quem mais é afetado: empresas da indústria química e petroquímica, consumidores dos seus produtos e as contas públicas.

Análise por partido
Tendência partidária nesta votação:

Partidos mais favoráveis:

Nenhum partido com alinhamento significativo.

Partidos mais contrários:

Nenhum partido com oposição significativa.

Disciplina partidária:

Partidos mais disciplinados:

Dados insuficientes.

Partidos menos disciplinados:

Dados insuficientes.

Impacto nas categorias temáticas

Esta análise é baseada em como o conteúdo da votação se relaciona com os temas de cada categoria. As categorias exibidas são aquelas relacionadas à proposição em questão.

Esta classificação envolve interpretação subjetiva dos impactos. Analistas podem ter visões distintas sobre como uma proposição afeta cada categoria.

Economia e Tributação

Justificativa: A votação foi para aprovar a redação final de um projeto que reduz alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a indústria química e petroquímica. Isso corresponde diretamente à temática de Tributação e Política Fiscal dentro da categoria Economia e Tributação, pois diminui a carga tributária setorial e concede um benefício fiscal transitório. Votar "Sim" confirma a aprovação dessa redução de tributos, o que é favorável à categoria.

Indústria, Comércio e Serviços

Justificativa: A votação foi para aprovar a redação final de um projeto que reduz as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a indústria química e petroquímica. Como a categoria 'Indústria, Comércio e Serviços' abrange desenvolvimento e fortalecimento setorial, votar 'Sim' nessa etapa final favorece o setor industrial ao diminuir a carga tributária e melhorar sua competitividade.

Finanças Públicas e Orçamento

Justificativa: A votação descrita é a aprovação da redação final de um projeto que reduz alíquotas de PIS/Pasep e Cofins, implicando renúncia de receita e aumento de gasto tributário. Para a categoria Finanças Públicas e Orçamento, votar "Sim" nesta votação favorece a expansão de benefícios fiscais e tende a reduzir a arrecadação federal, o que é desfavorável à gestão equilibrada das contas públicas.

Votação por partido