PL 793/2026

Aprovada a Redação Final assinada pelo relator, Dep. Lafayette de Andrada (REPUBLIC/MG).

05/03/2026 13:41
O que está sendo votado?

Estabelecer ajuda social emergencial para moradores da Zona da Mata de Minas Gerais atingidos pelos graves eventos climáticos. As medidas valem enquanto durar o estado de calamidade reconhecido na região.

Aprovada a Redação Final assinada pelo relator, Dep. Lafayette de Andrada (REPUBLIC/MG).

Resultado da Votação

SEM VOTOS NOMINAIS
A Câmara registra o resultado desta votação, mas não fornece a lista de votos por deputado para este item.

Detalhes

Data da votação

05/03/2026 13:41

Vídeo da votação
Proposição

- PL 793/2026

Estatísticas
  • Votos nominais: não disponíveis
  • Partidos votantes: não disponível
Ementa

Estabelece medida excepcional de proteção social a ser adotada no contexto do estado de calamidade pública reconhecido na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais em decorrência dos graves eventos climáticos que atingiram a região.

Resumo da ementa

O Projeto de Lei 793/2026 propõe medidas temporárias de proteção social para a população da Zona da Mata, em Minas Gerais, afetada por graves eventos climáticos. Essas medidas só valem enquanto durar o estado de calamidade pública reconhecido para a região. Na prática, o projeto permite a concessão de auxílio emergencial e a antecipação ou pagamento mais rápido de benefícios sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o auxílio‑doença. A ideia é facilitar o acesso a recursos imediatos para quem perdeu renda, moradia ou meios de subsistência por causa do desastre, seguindo regras específicas que serão definidas para o local afetado. Para os cidadãos, isso pode significar receber dinheiro mais rápido, acesso temporário a ajuda financeira e prioridade na liberação de benefícios que já recebem ou têm direito. São medidas de caráter emergencial e local — não alteram permanentemente os programas sociais — e o projeto ainda aguarda apreciação no Senado Federal antes de virar lei.

Análise por partido
Não há análise por partido porque a Câmara não disponibilizou votos nominais para esta votação.