DTQ 1 - PL - EMENDA DE PLENÁRIO Nº 26
O que está sendo votado?
Rejeitar a Emenda de Plenário nº 26, que propõe mudanças na criação de novas carreiras no serviço público. A proposta busca estabelecer cargos para profissionais que atuam na proteção dos povos indígenas e na área de tecnologia da informação. Também altera salários de algumas funções, como os das polícias federal e rodoviária. Isso pode impactar a gestão e a valorização de serviços públicos relacionados aos direitos indígenas.
Rejeitada a Emenda de Plenário nº 26. Sim: 179; não: 229; total: 408.
Resultado da Votação
179
Votos SIM
229
Votos NÃO
Detalhes
Data da votação
21/05/2024 19:15
Vídeo da votação
Proposição
Autor
Poder Executivo
Estatísticas
- Total de votos: 408
- Partidos votantes: 23
Ementa
Dispõe sobre a criação das Carreiras de Especialista em Indigenismo, de Técnico em Indigenismo e de Tecnologia da Informação, cria o Plano Especial de Cargos da Funai - PECFUNAI e o quadro suplementar da Fundação Nacional dos Povos Indígenas - Funai, define o órgão supervisor e altera a remuneração do cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais, de que trata a Lei nº 12.094, de 19 de novembro de 2009, altera a remuneração das Carreiras e do Plano Especial de Cargos da Agência Nacional de Mineração, de que trata a Lei nº 11.046, de 27 de dezembro de 2004, altera a remuneração dos cargos das Carreiras de Policial Federal e de Policial Rodoviário Federal, cria a Polícia Penal Federal e a Carreira de Policial Penal Federal, altera a remuneração do cargo de Especialista Federal em Assistência à Execução Penal e de Técnico Federal de Apoio à Execução Penal, altera a Lei nº 8.691, de 28 de julho de 1993, e dá outras providências. NOVA EMENTA: Cria as carreiras de Especialista em Indigenismo, de Técnico em Indigenismo e de Tecnologia da Informação; cria o Plano Especial de Cargos da Funai (PECFunai) e o quadro suplementar da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai); define o órgão supervisor e altera a remuneração do cargo de Analista-Técnico de Políticas Sociais; altera a remuneração das carreiras e do Plano Especial de Cargos da Agência Nacional de Mineração (PEC-ANM); altera a remuneração dos cargos das carreiras de Policial Federal e de Policial Rodoviário Federal; cria a Polícia Penal Federal e a carreira de Policial Penal Federal; altera a remuneração dos cargos de Especialista Federal em Assistência à Execução Penal e de Técnico Federal de Apoio à Execução Penal; altera as Leis nºs 11.907, de 2 de fevereiro de 2009, 12.702, de 7 de agosto de 2012, 12.094, de 19 de novembro de 2009, 11.046, de 27 de dezembro de 2004, 10.871, de 20 de maio de 2004, 13.575, de 26 de dezembro de 2017, 14.204, de 16 de setembro de 2021, 14.600, de 19 de junho de 2023, 10.887, de 18 de junho de 2004, 11.358, de 19 de outubro de 2006, 9.654, de 2 de junho de 1998, 8.691, de 28 de julho de 1993, 12.277, de 30 de junho de 2010, e 11.356, de 19 de outubro de 2006; e revoga a Lei nº 10.693, de 25 de junho de 2003, e a Medida Provisória nº 1.203, de 29 de dezembro de 2023, e dispositivos das Leis nºs 8.460, de 17 de setembro de 1992, 11.357, de 19 de outubro de 2006, 11.538, de 8 de novembro de 2007, 12.775, de 28 de dezembro de 2012, 13.324, de 29 de julho de 2016, 13.327, de 29 de julho de 2016, 13.371, de 14 de dezembro de 2016, e 14.673, de 14 de setembro de 2023.
Resumo da ementa
A proposta de lei PL 1213/2024 busca criar novas carreiras no serviço público brasileiro, especificamente nas áreas de indigenismo e tecnologia da informação. Ela institui as carreiras de Especialista em Indigenismo e Técnico em Indigenismo, além de um Plano Especial de Cargos para a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Isso significa que haverá mais oportunidades de emprego e uma estrutura definida para profissionais que trabalham com a proteção e apoio aos povos indígenas. Além disso, a proposta também altera a remuneração de diversos cargos, incluindo os de Analista Técnico de Políticas Sociais e os das polícias federal e rodoviária, o que pode resultar em salários mais altos para esses profissionais. A criação da Polícia Penal Federal e da carreira de Policial Penal Federal também está prevista, o que representa uma nova estrutura para lidar com questões relacionadas à execução penal. Essas mudanças têm o potencial de melhorar a gestão e a proteção dos direitos dos povos indígenas, além de reestruturar e valorizar algumas carreiras no setor público. Para os cidadãos, isso pode significar um aumento na qualidade dos serviços oferecidos e uma maior atenção às questões que afetam as comunidades indígenas.
Análise por partido
Tendência partidária nesta votação:
Partidos mais favoráveis:
- NOVO 100% de aprovação
- PDT 91% de aprovação
- PL 91% de aprovação
Partidos mais contrários:
- PSD 63% de rejeição
- PROS 67% de rejeição
- PP 70% de rejeição
- PSB 75% de rejeição
- REPUBLICANOS 78% de rejeição
Disciplina partidária:
Partidos mais disciplinados:
-
PL Sim100%
-
PODE Sim100%
-
PSB Liberado100%
Partidos menos disciplinados:
-
MDB Não0%
-
PCdoB Não0%
-
PDT Não0%
Votação por partido
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
|
Pastor Sargento Isidório | BA | |
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André Janones | MG | |
|
Waldemar Oliveira | PE | |
|
Neto Carletto | BA |
| Nome | UF | Voto | |
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Amom Mandel | AM | |
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Alex Manente | SP |
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
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Marcel van Hattem | RS | |
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Gilson Marques | SC | |
|
Adriana Ventura | SP |
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
|
Dr. Frederico | MG |
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
|
Pedro Aihara | MG |
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
|
Max Lemos | RJ | |
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Toninho Wandscheer | PR | |
|
Weliton Prado | MG |
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
|
Glaustin da Fokus | GO | |
|
Romero Rodrigues | PB | |
|
Ruy Carneiro | PB |
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
|
Túlio Gadêlha | PE |
| Nome | UF | Voto | |
|---|---|---|---|
|
Zé Silva | MG | |
|
Maria Arraes | PE |